Descontrole - Meninos também podem - e devem - lavar a louça

Quem foi que disse que homens não podem lavar a louça quando vão almoçar/lanchar/jantar na casa de alguém? Onde é que tá escrito que só as mulheres devem ajudar nessas tarefas domésticas?

Eu já falei AQUI o quanto gente que não ajuda a lavar a louça me tira do sério, mas eu citei só mulheres. Esses dias eu percebi que homens que não ajudam também me deixam nervosa.

Dois tios e um primo vieram almoçar em casa. Papo vai, papo vem, começaram a falar mal da cunhada de outro primo. Enquanto a namorada do primo ajuda em tudo, a cunhada mal levanta o patrimônio da cadeira. Criticaram, falando que ela só sabe olhar, enquanto a irmã dá um duro danado. O primo que tava em casa até contou que um dia eles estavam almoçando todos juntos e ele falou para a cunhada "folgada":

-Oh, fulana, já acabei de comer, pode lavar meu prato.

Quando ele viu que ela tava lavando, satirizou:

-Nooossa, você tá lavando mesmo!

E ela, irritada:

-Eu sempre lavo, tá!

Ok, foi engraçadinho, mas depois de almoçar e comer a sobremesa, os três se levantaram, jogaram mais um tequinho de conversa fora com meus pais e... vup! Foram embora!!

Agora, eu pergunto: que moral eles têm para falar que a cunhada lá não faz nada? Só porque ela é mulher fica imposto que ela deve ajudar? Tá, eu concordo que deve, mas não porque é mulher. É porque ajudar faz parte do processo. Poxa, você vai na casa da pessoa, enche a pança de comida, não paga nada por isso, então não custa ajudar, né?

Uma vez, meu irmão trouxe uns amigos aqui em casa e eles fizeram churrasco. No final da noite, estavam os meninos na pia, lavando a louça e deixando tudo em ordem. Achei aquilo tão legal! Mas também acho que era o mínimo que eles podiam fazer, né!

Então, fica a dica para os meninos. Lavar a louça ou ajudar na cozinha na casa da namorada/amigos conta muitos pontos!

Será que alguém vai concordar comigo ou eu tou sozinha nesse desabafo?

O dia em que agredi alguém

Calma! Antes que pensem qualquer coisa pior, não foi uma luta. Ninguém saiu com ossos quebrados, nem olho roxo, nem mandíbula fora do lugar.

Na última sexta, eu tava na balada com mais duas amigas. Um cara surgiu de não sei onde e tirou a noite para encher a minha paciência.

Da primeira vez, eu tava dançando e ele veio por trás, pegando na minha cintura. Fiquei meio brava, mas só tirei a mão dele e me afastei um pouco. Achei que isso seria suficiente para ele se tocar, mas o menino roundou a noite toda. Sempre que ele me via, vinha se sentar ou ficar ao meu lado, me olhando com cara de bobo. Não falava nada, só ficava encarando. *Medo*. Numa dessas, uma das minhas amigas surtou e disse que ele era chato pra #&%@*&%, haha. E mesmo assim o menino não desistia! Eu já tava muito estressada!! Tanto, que quando eu vi que ele tava fumando lá dentro (não é mais permitido, só na área externa), fui chamar os seguranças, aheuhuae. Muito cretino da minha parte, mas, gente, paciência tem limite, né! Achei que o menino fosse ficar com raiva de mim e passar longe, mas nããão!! Teve efeito contrário, acho que foi aí que ele decidiu que queria MESMO me atormentar. Eu não podia sentar um pouquinho que lá vinha ele. E, de novo, minha amiga surtou e mandou ele tomar naquele lugar, hahahaha!

Minha paciência se esgotou completamente quando eu passei por ele e ele passou a mão na minha bunda >___< Não pensei duas vezes e me virei, pronta para dar um tapão nele, mas ele já tinha se levantado e estava andando na direção contrária. Dei uma corridinha e bati com tudo nas costas dele. Bati o mais forte que consegui, mas ele nem teve reação. Continuou andando ¬¬' Aí eu virei de novo e fui embora também.

Eu tava muito nervosa!! Tava até bufando O_o Já encontrei muito cara chato nas baladas, mas esse superou todos! Além de chato, era tarado, totalmente sem noção!!

E vocês acham que depois dessa ele parou? Parou nada!! A sorte dele (e a minha) foi que um outro cara, desconhecido dele e meu, percebeu o que tava acontecendo e veio me "proteger". Sempre que o tosco vinha, o cara legal vinha para cima, para não deixar o tosco chegar perto de mim. O tosco ficou bravo, aheuhuae.

Quando eu lembro disso, o sangue ainda sobe. Que raiva que me deu! Nunca bati em ninguém, e se bati, foi de leve, sem intenção de machucar. Não que esse tapa tenha machucado, mas essa foi a primeira vez em que bati por estar com raiva mesmo. E foi merecido, né? Aaahhh!!!!


Mudando de assunto, meninas, quem seguia o Coisas de Menina, precisa atualizar o endereço no painel e no blogroll, caso ainda deseje receber as atualizações do blog. Mudei o nome e o endereço, agora é http://dropsdeglitter.blogspot.com. O conteúdo é o mesmo, todos os posts antigos permanecem =)

Sobre o ex da amiga

Pessoas, em primeiro lugar, super obrigada pelos comentários e conselhos que vocês deixaram no meu post complicado. Li cada um com muita atenção para não correr o risco de entender errado e tirei um pouquinho de cada. Ver pontos de vista diferentes do meu me ajudou bastante! Estar a finzinho do ex de uma grande amiga não é fácil, mas eu tou tirando de letra (agora eu tou!).

Em segundo lugar, preciso admitir que o post foi escrito no calor da emoção. Fazia poucas horas que o fulano tinha me ligado e dito todas aquelas coisas, aí eu fiquei meio flutuante. Os pés saíram um pouco do chão e deixei a emoção falar mais alto do que qualquer restinho de razão que ainda pudesse existir em mim.

Conforme os dias foram passando, fui colocando na balança tudo o que podia ou não valer a pena. Acima de tudo e qualquer coisa, ficou a minha amiga. Eu não daria nenhum passo sem que ela soubesse e desse sua aprovação. E mesmo ela aprovando, eu teria que ter certeza absoluta de que ela estava sendo sincera e de que para ela estava realmente tudo bem.

Depois, fiquei pensando: eu gosto MESMO dele? É foguinho de palha ou eu tou disposta a cometer esse ato infeliz de ficar com o ex da minha amiga porque é intenso e eu quero de verdade? Na hora, essas respostas ficaram meio incompletas, mas levantei outra questão e... Não valia a pena.

Qual era a questão? Percebi que quanto mais a gente se aproximava e mais ligações eram feitas e mais torpedos eram trocados, mais a gente brigava. Ou melhor, eu brigava, porque ele tem o dom de brincar o tempo inteiro e eu tenho o dom de me irritar muito facilmente, principamente quando as pessoas não sabem falar sério de vez em quando. Agora, imaginem: se como amiguinho colorido eu já tava querendo dar uns cortes, se a gente avançasse um passo, ia ser estrago total!

Tentei me afastar, juro que tentei, mas ele sempre vinha atrás e eu cedia. Coração teimoso, ninguém merece!

A gota d'água veio depois de eu recusar inúmeros convites dele para a gente sair. Eu sempre dizendo que não ia, porque não tinha falado com a minha amiga, e ele sempre dizendo que a gente não ia fazer nada, só sair e conversar. Ahan, e minhocas falam. Eu tinha certeza de que ele tentaria alguma coisa, e meu medo era de não conseguir me controlar e me arrepender. Ou de conseguir dar um chega para lá e... me arrepender. Que coisa, não?

Ah, e a gota d´água... Depois de muitos "não vamos sair" (não exatamente com essas palavras, mas o sentido é o mesmo), aconteceu assim:

Ele: Então me apresenta uma amiga sua.
Eu: Ah é?
Ele: É, Melhor com a sua amiga do que sozinho.
Eu: Então tá. Vou passar seu msn para ela e ver se ela quer.

Minutos depois...:

Ele: Já passou meu msn para a sua amiga?
Eu: Ainda não, ela não tá on.
Ele: Vê se passa, hein?
Eu (já bem irritada): Ok, mas é o seguinte: quando eu passar, ela topando ou não, eu tou fora desse jogo (querendo dizer que não iria mais querer saber dele)
Ele: Er.. não é jogo!

Parei de responder e no dia seguinte ele me ligou. Perguntou se eu ainda tava brava e se desculpou. Aí conversamos um pouco, numa boa, mas o assunto voltou à tona e eu enlouqueci de vez.

Ele: Ooown, você ficou com ciúmes. Que fofinha!
Eu: Não vejo graça nenhuma em sentir ciúmes.
Ele: Mas isso é um sinal de que você ainda me curte. Eu precisava saber de algum jeito...
Eu: Quêêê??? Eu sentir ciúmes por algo que você fez inconscientemente ainda vai. Mas você me fez sentir ciúmes de propósito?
Ele: Eu precisava saber...
Eu: Tchau!

Gente, como assim? Quantos 12 anos ele acha que a gente tem para agir assim?? Quem ele acha que é para brincar com o que eu tou sentindo?? Que falta de maturidade é essa? Quanta insensibilidade!
Eu fiquei brava, de verdade! E não importa o que aconteça daqui para frente, não importa o que me digam, eu não vou mais contar para a minha amiga. Eu não quero mais saber dessa história idiota e ela não merece saber que namorou um babaca desses!!

É claro que esse não foi o único motivo. Como eu falei linhas acima, ele é muito brincalhão e às vezes fica quase impossível falar sério com ele. Além disso, por mais que eu goste dele, de conversar com ele, de rir com ele, ele tem pequenas atitudes que me chateiam. Pequenas, sim, mas quando a gente liga uma à outra, vai virando bola de neve.

Pronto. O post tá enooorme, mas ta aí para quem queria saber que rumo essa coisa toda tomou, hehe. Eu tou na minha e na minha vou continuar. Tou fria com ele e assim vou ficar. Não me importo se a amizade vai voltar a ser como era antes ou se ela chegou ao seu ponto final. Eu sei que posso estar sendo radical demais, mas eu sou assim.

Não tou magoada, não tou triste, não tou chateada, só estou brava. Ele tinha outros jeitos de saber se eu ainda estava a fim, me perguntando, talvez. Mas fazer joguinho, a essa altura do campeonato, foi demais para mim. It's over.

Gostar de ex de amiga pode?

Querido Deus, ou Cupido, ou Santo Antônio, ou São Longuinho, ou seja lá quem for o querido responsável por fazer com que meu corpo queime (febre NOT!), meu coração acelere (taquicardia NOT!) e me deixe com pensamentos fixos em alguém do sexo oposto (neurose NOT!)...

Da próxima vez que for colocar alguém na minha vida que me desperte segundas intenções, favor NÃO colocar em forma de ex-namorado de amiga minha, porque, né, isso complica!

Por mais que a minha amiga é quem tenha terminado o namoro, e por mais que hoje ela já esteja namorando outro, não é legal sentir atração pelo ex dela.

Se fosse só eu que estivesse ligada, ainda vá lá, afinal, o que um não quer, dois não fazem. Mas para dar um nó de marinheiro bem dado nessa minha cachola e coração burrinho, PRECISO ressaltar que o menino também tem arrastado suas asas para cima de mim...!

Eu tava na minha, quietinha, curtindo  apenas a amizade bonitinha e crescente. Daí o guri me escolhe como alvo e resolve que é legal dar em cima da amiga da ex dele. No começo, apesar de curtir o joguinho, nem levava muito a sério. Achava que ele queria só dar uns beijos e tal, mas ontem ele me ligou e foi MUITO direto. Se antes ele dava cantadas de pedreiro e me divertisse muito com elas, ontem ele tomou os chás da sinceridade (leia-se cerveja e whisky) e encheu minha cabeça de caraminholas.

Disse que queria uma resposta, mas eu me fiz de João-sem-braço e disse que não sabia a pergunta. Ele insistiu que eu sabia e eu continuei com a minha cara de paisagem. Eis que...

"Você sabe! Eu gosto de você! Eu não queria, mas eu gosto!! E eu não acho bonito sair por aí falando que eu tou a fim da amiga da minha ex, mas é a verdade! Se fosse só isso, ok, mas você desperta outras coisas em mim. Você bem que podia ser uma gorda e flácida, mas não ééé!!!"

Podem dizer o que for, mas eu acho que foi o jeito mais fofinho que alguém usou para se declarar para mim. Eu fiquei feliz, gostei de como ele falou, me senti bem, mas ele ainda é o ex da minha amiga e isso nunca vai mudar. Eu já pensei em abrir o jogo com ela, tentar saber o que ela acha disso tudo, mas aí eu me coloco no lugar dela e não ia gostar nem um pouquinho que uma amiga minha ficasse com um ex meu. Eu poderia não gostar mais dele e nem ligar para a existência do fulano, mas acharia muito estranho. Mesmo assim, quero que a minha amiga saiba, porque mesmo que eu não faça nada, acho que vou tirar um pouco esse peso da consciência. Mas tenho um medo absurdo de que ela fique chateada comigo :( Gosto demais dela, prefiro eu ficar infeliz do que deixá-la assim.

Eu e minha mania de me preocupar mais com os outros do que comigo...
Mas digam lá, como vocês agiriam nessa situação? Pensem como se estivessem no meu lugar ou no lugar da minha amiga. Como acham que seria?

Tou confusa, de verdade.

Voltei!

Olááá, pessoas!!!

Muuuuito tempo depois, estou de volta. Os motivos por eu ter me ausentado por tantas semanas são irrelevantes, então deixemos isso de lado e partamos para o que interessa.

Como passaram as festas de final de ano? Todo mundo bem, feliz, comendo e rindo bastante?
Eu passei do jeito que eu mais gosto: com a família! No Natal eu tava meio gripada, então não comi tanto quanto gostaria, mas só de ter quase todo mundo reunido me animou. Curti muito a parentada mais velha e quase afoguei minhas priminhas caçulas de tanta baba. Ai, são tão lindas!

Já estamos no meio do mês, mas ainda dá tempo de desejar que 2010 seja um ano repleto de coisas boas para vocês. Muita saúde, paz, dinheiro, amooor, sucesso, realizações, alegrias e o que mais vocês quiserem.

Semana que vem eu volto com meus posts trágicos, hehe!

Comprando roupinhas íntimas

Sábado à tarde, eu estava com a minha irmã em uma loja de roupas íntimas. Sem risadinhas maliciosas, todo mundo usa roupa de baixo e é super normal, hunf! hahaha. A loja era grande, tinha muuuitas opções, e nós duas ficamos lá por bons minutos, escolhendo nossas roupinhas. Lembro de ter notado um cara me obervando enquanto isso... Medo!

Na hora de pagar, tava meio tumultuado, muita gente passando, aí fiquei esperando minha irmã em outro canto, mais perto da porta e menos cheio (ela pagou tudo e acertei com ela depois). Enquanto esperava, comecei a ouvir uma vendedora que conferia, em voz alta, as compras de um rapaz: "uma fantasia por R$7,00... dois fios dentais por R$11,00... outra fantasia por R$14,00... mais uma fantasia por R$12,00..." (os preços exatos não eram esses, até porque eu não teria decorado, mas o negócio foi mais ou menos assim). Não aguentei e saí de perto. Queria rir, haha! Até a vendedora soltou uns risinhos...

Lembrando que NÃO era sex shop, hein? Mas tinha lá suas variedades... digamos... mais íntimas, haha!

Contei para minha irmã e ela disse que o cara devia ter ou trabalhar em um sex shop, por isso tava comprando aquele monte de fantasias. Já meu pai foi logo perguntando se o cara era uma bichona, insinuando que as compras eram para uso próprio. Só eu que fui natural e achei que ele tava comprando para a namorada?? hahaha

Selinho - Cartão vermelho

 
Esse selinho eu recebi da Satomi, do Deusas Nipônicas, e com ele preciso citar 10 coisas que me tiram do sério (o que não é difícil, já que eu sou a pimenta em pessoa, haha!).
Preciso também indicar o cartão vermelho para 5 pessoas, maaas... eu não costumo indicar e já vi esse selinho em vários blogs, portanto, quem ainda não tiver e quiser desabafar, pode pegar :)

Vamos começar. Dou cartão vermelho para:

1) Gente grossa/ estúpida. Quando a pessoa tá nervosa no meio de uma discussão e dá uma exaltada, eu entendo, mas sabem gente que é grossa por natureza? Indivíduo não pode ver nem ouvir nada que não o agrade, que já tá lá dando piti e patada em quem tá por perto.

2) Quem me acorda gritando. Eu acordo de bom humor, desde que eu tenha acordado de forma natural ou que a pessoa tenha me acordado decentemente. Decente, para mim, é acordar com alguém me chamando e só. Se pular em cima de mim, puxar meu cobertor, gritar meu nome e mais um monte de outras coisas já faz com que pelo menos a primeira hora do meu dia seja estressante.

3) Acordar com telefone fixo tocando. Nada pior do que alguém ligar quando a gente tá dormindo, né? Quando é celular, eu não me importo tanto, já que posso silenciar a chamada e voltar a dormir. Melhor ainda é poder ver quem me ligou e, se eu quiser, retorno. Mas no telefone aqui de casa não tem bina, então, ou eu não atendo e quase morro de nervoso enquanto nego não desiste de ligar, ou atendo e fico mais nervosa ainda, porque nego não para de falar.

4) Quem grita comigo. Não sou surda, então agradeço se falarem comigo em um tom razoável. Eu penso assim: se meus pais não gritam comigo, então eu não aceito que ninguém mais grite. Pessoa pode tá no pior dia, mas gritou comigo, perdeu uma amizade/namorada/colega, ou seja lá o que eu for. Meu último namoro acabou por causa disso, haha! Tudo beeem que já tinha 785 motivos que me faziam querer terminar e o grito dele comigo foi a gota d'água. Não aceito mesmo!

5) Falta de pontualidade. Até 15 minutos eu aceito numa boa, mas passou disso, TEM QUE ME AVISAR. Caso contrário, vai me encontrar emburrada, com bico e de mau humor. Isso se me encontrar, porque dependendo do tempo de atraso eu posso ir embora sem a menor culpa. Hheuheuheu!

6) Pessoas que falam alto em locais públicos. Vejam bem, falar alto é diferente de gritar. E, a menos que o ouvinte seja surdo ou tenha problemas de audição, eu não vejo necessidade em falar alto. Eu não faço a menor questão de ouvir o que vossa senhoria tem a dizer. Não quero saber que seu filho tá doente, que a sua sogra é um peso na sua vida, que seu tio caiu no banheiro e, coitado, quebrou a bacia. Já bastam os problemas que eu tenho na minha vida!

7) Gente que puxa conversa em ônibus, metrô, filas, etc. Fulano quer fazer uma pergunta, tipo, se eu sei qual o ponto/estação mais perto do hospital, ou se eu sei em qual corredor tá o atum enlatado até vai. Eu respondo e ponto, acabou. Agora, querer ficar de conversinha comigo é o fim. Não quero fazer amigos de infância assim, obrigada.

8) Gente lerda. E isso inclui lerdeza física e lerdeza mental. Não tou criticando quem tem realmente tem problemas com o corpo ou a cabeça, que fique bem claro. Eu me refiro aqui a quem funciona com pilhas de tartaruga. Dia desses fui com meu pai comprar 4 coxinhas para viagem. Não tinha mais ninguém querendo ser atendido, demorou porque a atendente era uma lerda mesmo. Ela pegou as 4 coxinhas como quem pega um objeto delicadíííssimo. Tudo bem, eu não queria mesmo coxinhas partidas ao meio, mas até eu, que sou estabanada, conseguiria pegar de um jeito mais rápido e sem estragar as gostosinhas. Depois, ela colocou as coxinhas em um pratinho e foi, com muuuuita calma, fazer um embrulho. Dobra aqui... zzz... Dobra ali... zzz... Coloca durex aqui... zzz... Durex ali... zzz... VAI LOGO, MULHEEEER!!!! TOU COM FOME!!!


9) Pessoas que maltratam animais, crianças e idosos. É o cúmulo da covardiaaa!!! Criança todo mundo já foi um dia, então a gente sabe como machuca maltratar uma criança, física e psicologicamente. Idoso muitos de nós seremos, e eu sempre aprendi que devemos tratá-los do modo como gostaríamos de sermos tratados quando chegarmos lá. E, animais... Como é que têm coragem? Eu juro que não entendo, deve ter algum gene podre em quem faz isso, só pode ser.

10) Pessoas intransigentes. Sabem aquelas pessoas que se acham as donas da verdade? Que acham que estão certas o tempo todo e não aceitam opinião contrária às delas? Gente que não assume de jeito nenhum que errou e faz de tudo para jogar a culpa no outro. Impossível conviver com gente assim.

Eu já falei o quanto adoro esses selinhos em que posso falar de mim, dar meus pitacos, reclamar... hehe. Escrever esse post me deixou mais leve :)
E vou repetir: quem ainda não tiver e quiser pegar, fique avonts!

Descontrole - Pontualidade, por favor!

Não tem coisa que me tire mais do sério do que ter esperar alguém.
Quando eu marco uma consulta no médico ou dentista, gosto de ser atendida no horário marcado, caso contrário, não haveria necessidade de se marcar um horário, certo?
Um atrasinho de 10 a 15 minutos eu até tolero, mas mais do que isso já acho desrespeito.

Agora, pior do que esperar na sala de espera, lendo aquelas revistas com todas as fofocas do mês (isso quando as revistas são atualizadas periodicamente, porque quase sempre eu me pego lendo os babados de 5 meses atrás), é esperar alguém com quem eu marquei um encontro.

E quando eu digo encontro (pelo menos nesse post), não me refiro somente à encontros com homenzinhos. Falo no geral, com amigueenhos e amigueenhas, também.

Assim como as consultas, quando o atraso é de 10 a 15 minutos, eu espero com certa paciência. Passou disso, começo a ficar nervosa. Se a pessoa tiver a decência de me avisar, ganha mais uns minutos de tolerância, mas é bom não abusar, porque eu realmente ODEIO ESPERAR!

No meu último namoro, o cara tinha extremos. De vez em quando, avisava que ia atrasar e chegava 20 minutos depois do combinado. Ok. Em outras vezes, me deixava tomando chá de cadeira por 2 horas!! Quando ele finalmente aparecia, eu já estava com o bico daquele tamanho, sem vontade para mais nada. A bronca só não era maior porque quando ele fazia isso, eu estava esperando no aconchego do meu lar. Se fosse em lugar público, eu já teria ido embora há muito tempo!!

Uma vez eu fui, mas foi culpa de uma amiga. Era uma sexta-feira, nós duas estávamos de férias e marcamos um cineminha às 14h. Acordei umas 10h e pouco, me arrumei e saí de casa perto do meio dia. Como quase sempre acontece, cheguei cedo e fiquei andando pelo shopping enquanto ela não chegava.

14h. 14h15. 14h20. 14h30. Nada da amiga. Recebo uma ligação no celular de uma colega em comum: "A Fulana pediu para avisar que tinha umas coisas para resolver e vai chegar às 15h." Respirei muito fundo, mas continuei a dar voltas no shopping. Tava xingando a menina em pensamento. Custava ela ter avisado ANTES??

14h40. 14h50. 15h. 15h10. Nada. Ah, não! Já era abuso demais!! Liguei e perguntei onde ela tava e quase tive um acesso quando ela respondeu: "Oooolha, eu tou chegando. Me espera aí que daqui a uns 30 minutos eu chego."

Meu povo, COMO ASSIM??? Quer dizer que a gente marca o negócio para as 14h e ela pretende chegar às 15h40? Desliguei o cel, e com muito esforço não foi na cara dela. Em seguida, mandei um torpedo falando que eu tava indo embora e que depois a gente conversava.

Obviamente, eu não fui atrás, fiquei esperando uma atitude dela. De verdade? Eu preferia que ela nem tivesse feito nada, porque o que ela fez só me deixou com mais raiva. Em vez de a fulana me LIGAR, pedir desculpas e depois explicar o motivo do atraso eterno, ela me mandou um E-MAIL, SEM PEDIDO DE DESCULPAS e a explicação dela foi mais ou menos assim: "Eu avisei que ia atrasar, deixei um scrap no seu Orkut. Eu tinha uns documentos para levar não sei onde e sexta era o último dia, bla bla bla whiskas sachê."

Um scrap??? Isso é jeito de avisar alguém que vai atrasar 34 horas?? E não custava ela pedir desculpas, era o mínimo que ela podia fazer, né?

Depois disso, ela ficava me enchendo a vida, falando para gente marcar o cinema de novo. Fiquei com tanta raiva que fui parando de falar com ela aos poucos.

Assim, se ela tivesse me ligado, sei lá, às 13h40 e avisado que atrasaria 2h, eu entenderia, mesmo já estando lá. Eu olharia todas as lojas com calma, compraria uma revista, comeria um docinho, faria tudo com calma e não me estressaria. O que me emputeceu (palavrão pode? foi o melhor jeito que encontrei para descrever o que senti naquele momento) foram os pingadinhos de meia em meia hora.

Gente, sério... Deixar alguém esperando é muita falta de respeito! Eu odeio tanto que poderia citar mil e outros exemplos que já me estressaram muito, mas acho que o caso do post ilustra bem o que eu quero dizer. Foi tão intenso que fez a amizade acabar!

Agora, digam-me: vocês odeiam falta de pontualidade tanto quanto eu? Acham que estou exagerando? Ou ela mereceu?

Eu acho que ela mereceu, hahahaha!

Enquanto isso... no restaurante...

Saí para jantar com meus pais e minha irmã e fiquei com vontade de fazer vários comentários.

1º) Senhor da mesa ao meu lado esquerdo

Fato 1 - Ele estava jantando SOZINHO. Eu super admiro quem consegue comer sozinho em público, porque eu travo. Posso estar morrendo de fome, mas se não tiver alguém para comer comigo EU NÃO COMO. A pessoa nem precisa comer, mas só por estar comigo já ajuda.

Lembro de uma coisa que aconteceu há uns 20 anos. Eu era pequenininha e por algum motivo estava com meu pai no trabalho dele. Ele me levou até a cantina da empresa e me comprou um salgado. Disse que tinha que voltar para a mesa e me deixou lá. Dei umas duas ou três mordidas no lanche e joguei fora, fui correndo atrás do meu pai. Não foi medo de ficar sozinha, nem medo de qualquer coisa, foi só a sensação horrorosa de ter que comer sozinha. Lembro-me disso com perfeição, como se fosse hoje.

Fato 2 - Ele estava lendo jornal. Aprendi desde novinha que jornal é sujo e que sempre devo lavar as mãos depois de ler ou tocar. Acontece que é super comum ver nas novelas os homens lendo jornal enquanto tomam café da manhã. Com a mesma mão que seguram o papel, comem o pão e tomam o suco. Tipo... que nojo! Mas dei um desconto, afinal, ele estava sozinho. De alguma ocupação ele precisava, né?

Fato 3 - Ele não parava de olhar para mim, para os meus pais e para o que estávamos comendo. Pô, não bastavam a comida e o jornal sujo dele?

2º) Mulher da mesa ao meu lado direito

Fato 1 - Ela estava com outra mulher (irmã, amiga, prima, sei lá), mas eu preferia que estivesse sozinha, porque ela falava ALTO PRA CARAMBA!! 

Fato 2 - O celular dela tocou duas vezes. E não estava no vibracall. Não sei se é etiqueta, mas dependendo do lugar, acho educado deixar o celular para vibrar, caso alguém ligue. Aí junta o celular tocando e a mulher que fala ALTO PRA CARAMBA atendendo. Teve um momento em que a ouvi falando: "Ooooi, meu bem! Tudo beeem, meu amor? E a mamãe, ainda está na UTI?". Desnecessário ouvir esse tipo de coisa no jantar, mas ok.

Fato 3 - Ela usava uma calça justa e com uma estampa horrenda. Não vi direito, mas era branca com umas manchas pretas, como se fosse uma vaca. Para piorar (sim, ela conseguiu), ela estava com uma bota preta. POR CIMA DA CALÇA. Péssimo.

3º) Aniversário na mesa à minha frente

Fato único - Ao final do meu jantar, as luzes se apagaram e os garçons levaram bolo para a mesa e começaram a cantar parabéns. Em uma palavra: MICO. Quando eu comemoro meu aniversário, tento de tudo para que não cantem parabéns para mim, porque eu fico com vergonha e não sei o que fazer. Tipo, A_CHATA, né? hahaha. Mas não gosto. Não para mim.

4º) A mesa atrás de mim estava vazia

Que bom!!!! hahahaha

Descontrole - Gente sem noção em filas

Não tem jeito, filas vão existir em qualquer lugar e é inevitável que peguemos pelo menos uma durante as nossas vidas. Algumas filas andam rapidinho, outras, demoram minutos, que mais parecem horas. De pé, com calor (ou em um ar condicionado que acha que é geladeira), com alguém fungando, ou tossindo, ou reclamando, seja lá o que for, no seu pescoço/ouvido. Vai ter bebê chorando, criança correndo, espertinho querendo passar na frente. Eu odeio esperar, mas também de nada vai adiantar eu me estressar cada vez que for entrar em uma fila. Só que eu sou normal, não tenho sangue de barata e vez ou outra alguma situação me tira do sério. Tipo a de hoje.

Era 12h45, super pico de horário de almoço, no Mc Donald's. Na minha frente, uma mulher, beirando seus 30-35 anos e sua filhinha, que aparentava ter uns 7 anos. Eu, com muita fome e muita ansiedade, louca para que chegasse logo a minha vez de pedir, pagar, retirar e ser feliz com meu lanchinho. Atrás de mim, muitas pessoas, com fome, com pressa, sem paciência e outras possibilidades.

A mulher da frente pega o cartão para passar na maquininha e a filha diz que quer passar. Ao invés de a mãe ter uma atitude sensata e dizer algo como "depois, querida", e ela mesma passar o cartão e pagar, ela deu o cartão na mão da menina ¬¬' Obviamente, a guria não tinha noção de como se passava e passou do lado errado. A mãe pegou na mão da menina e fez o movimento certo. Ok, respirei fundo. Ohei para a minha prima, que estava comigo, e resmunguei: "Ela tá de brincadeira, né?".

E a palhaçada não tinha acabado: "Agora digita a senha, filhinha." E a pequena, com tooooda a agilidade de uma tartaruga retardada apertou os botõezinhos. Eu tava quase dando um chega pra lá na mulher e falando:

-Olha só, não sei se você percebeu, mas você não é a única pessoa na fila quer quer comer. Se você não está com pressa, tem dezenas de pessoas aqui que estão. Então faça o favor de digitar a senha você mesma e liberar a fila. Grata.

Ah, gente, fala sério! Eu acho o atendimento do Mc super rápido, mas em horários de pico o negócio enche mesmo, não tem como não ter fila. Normal. Só que bota uma idiota dessas e aí o negócio para de vez. Minha raiva só passou quando eu sentei e comecei a comer minhas batatinhas.

Batatinhas são ótimas para curar estresse, fato comprovado hoje! hahaha

Hoje é meu aniversário!

Que difícil escrever esse post! Sinto como se estivesse discursando em uma roda de amigas e falar em público definitivamente não é comigo, ahaha!

Para o espanto de muitas, estou completando 26 anos. Eu sei que minha aparência de 15 anos me faz passar por mentirosa, mas façam as continhas: eu nasci em 10 de outubro de 1983.

FOTO PÓS-FORMATURA DA MINHA PRIMA. NÃO REPAREM NO MAKE QUERENDO SAIR.

É triste pensar que estou cada vez mais longe dos 20 e me aproximando dos 30, mas é legal ter a sensação de que estou curtindo tudo ao máximo. Se pudesse, voltaria aos meus 18 anos, mas com a cabeça e a maturidade que tenho hoje. Se fosse para ter 18 do mesmo jeito que eu era quando vivi essa época, então ficaria nos 26 mesmo.

Quantas coisas eu fiz ou deixei de fazer, e que se fosse hoje, faria totalmente diferente. Quantas pessoas me magoaram, e que se o fizessem nos dias de hoje, não me afetariam de forma alguma. Quantas pessoas eu magoei, mas que hoje eu saberia como agir sem ferí-las.

É, pensando assim, não troco meus 26 anos por nenhuma outra idade. Tudo o que eu sei hoje foi aprendido durante os meus 25 anos já vividos.

Cada briga, choro, alegria, tombo, viagem, balada. Cada pessoa que já passou pela minha vida ou que ainda vai passar. Algumas vieram e se foram, outras permanecem, muitas eu mesma fiz questão de excluir da minha vida. Tudo e todos serviram para complementar algo. Tenho certeza de que nada foi em vão.

E não posso, é claro, deixar de citar o blog. Não faz muito tempo que eu entrei para esse mundo, e quando decidi entrar, nem tinha a pretensão de que ele fosse o que é hoje. Sei que não é um blog com centenas de seguidoras/leitoras, nem tem milhares de visitas diárias, mas superou bastante as minhas expectativas. Aliás, acho que eu nem tinha expectativas. Sempre gostei de escrever e escrever sobre o que se gosta é ainda melhor. Eu vibro com cada seguidora nova e tou muito feliz por todas as amizades que já fiz por aqui.

Obrigada por fazerem parte dessa fase da minha vida!
Sintam-se presenteadas com um cupcake :)


P.S.: Este é um post programado. Viajei na sexta (dia 09) e só volto dia 12, que é quando aceitarei e retribuirei todos os comentários. Não se esqueçam de mim nesta data especial, deixem recadinhos, hehe!

Gatos caem de pé

Desde que eu aprendi a ler, meus companheiros inseparavéis de leitura eram os gibis da Turma da Mônica. E uma das coisas que eu aprendi com os gibis foi que gatos caem de pé. Lembro até de uma historinha em que uma das crianças pega o coitado do Mingau e joga ele para o alto. O gato caiu de pé e eu achei aquilo o máximo.

Alguns anos depois, perto dos meus 9 ou 10 anos, estava brincando com uma vizinha e encontramos um gatinho. Não pensei duas vezes e quis colocar a teoria em prática. Peguei o bichano, dei um impulso e joguei ele para cima.

Ploft! Ele caiu.

De barriga.

Gente, como assim? Gatos não caíam de pé? Será que aquele gato tinha algum problema motor? Fiquei apavorada, será que ele tava bem? Será que tinha se machucado? E o medo de alguém descobrir o que eu tinha feito? Juro que não tinha feito por mal, achei mesmo que o pobre fosse cair de pé!

Aí ele se levantou, olhou pra mim com a cara mais magoada do mundo, como se dissesse:
-Eu confiei em você e te deixei me pegar no colo. Não fiz nada para você, então por que você fez isso comigo?"

Fiquei traumatizada. Fiquei mal de verdade. Lembro do olhar dele até hoje, sem exagero. Passei anos tentando descobrir por que ele não tinha caído de pé, com as 4 patinhas no chão. Eis que, 94857 meses depois, achei a explicação AQUI:

Eles precisam de certo tempo para poderem se virar e cairem de pé! O_o' Por isso é mais comum gatos se machucarem quando caem de alturas menores do que de grandes alturas.

Vou pedir uma indenização ao Mauricio de Sousa. Para mim, por danos morais, afinal, eu fiquei seriamente perturbada, e para o gato, por danos físicos (se é que ele ainda tá vivo, né!). HAHAHA!

É claro que estou brincando, mas que eu fui influenciada pela historinha não dá pra negar, hheuheuhe!

Namorar primo não pode

Há uns 3 anos, eu estava fazendo compras com a minha mãe e a gente acabou encontrando um tio e tia do meu pai. No meio da conversa e sem ter nada a ver com o assunto, o tio disse olhando para mim:

-Você é a nora dos sonhos da Julinha (o nome da tia é Júlia).

Fiquei super sem-graça, mas dei um sorrisinho e deixei a conversa seguir seu rumo.

Depois, em casa, fiquei pensando. Os tios têm dois filhos mais velhos que eu: o B e o F. O B é um destrambelhado, sempre foi muito bonzinho, mas bem ogro. Ele tem um filhinho pequeno, mas não sei se tá casado com a mãe. O F também é muito bonzinho, bonzinho até demais. Totalmente oposto do irmão, ele é super certinho. Tem cara de inteligente, mas nunca conversei muito com ele. Nem com o B. Quando o tio falou que eu era a nora dos sonhos, pensei que ele quisesse me unir ao F, porque com o B seria meio castigo, sei lá. Mas enfim, é primo, então não pode. E mesmo que pudesse, nenhum dos dois me atrai em nada. Ok, assunto "morrido".

Hoje, conversando com a minha mãe, não sei por que esse assunto veio a tona. Entre risos, comentei isso com ela e ela me disse:

-O F disse que se você não fosse prima, namorava com você. O tio que contou.

HAHAHAHA! Nem que não fosse primo!
O cara não faz meu tipo, nem de longe, mas não posso negar que isso dá uma envaidecida e tanto! Além de o primo pensar isso, ainda contou para os pais. E os pais saíram espalhando família afora, hahaha!
Que vergonha! Só espero que a minha mãe não chegue pros tios e fale:

-A Carol disse que nem em sonho!

Hhueeuheue! Tadinho do primo.

[Edit] A Fabi perguntou nos comentários:

Fabi disse...
26 de Setembro de 2009 12:11
E se o primo fosse bem totoso???

E eu respondi que não pode NAMORAR, o resto tá liberado, hahaha! Mas o primo não é totoso, eu não tenho nenhum primo totoso (pelo menos eu não acho que por nenhum deles vale quebrar o código de conduta da família, huehue), então eu não preciso ter esse tipo de preocupação, haha!

Enrolando

Algumas pessoas têm sérias dificuldades em ir direto ao ponto. Ficam dando voltas e voltas, até dizerem o que realmente interessa. Tem gente que não faz por mal, eu sei. É o caso da minha avó:

Eu: Vó, hoje à noite vou pedir comida. O que a senhora prefere: yakissoba ou bife à parmegiana, com arroz à grega, batata corada e salada?
Vó: O que você escolheu?
Eu: Eu acho que vou querer bife.
Vó: Então eu quero o mesmo que você.
Eu: Mas se a senhora quiser yakissoba pode falar.
Vó: Você vai pedir onde? Tem restaurante aqui perto?
Eu: Não é restaurante, é uma mulher que cozinha.
Vó: Mas você vai pedir comida? Vai ficar caro.
Eu: Não vai. Me fala o que a senhora quer comer.
Vó: Foi sua mãe quem falou pra pedir?
Eu: Foi, vó. O que a senhora quer?
Vó: A mulher que cozinha é japonesa?
Eu: É. Yakissoba ou bife?
Vó: Pode ser yakissoba.
Eu: Obrigada.

Desde o começo eu sabia que ela iria preferir o yakissoba, mas achei que não custava perguntar, né.
Hahaha, verdadeiro teste de paciência!

Deus me fez assim - Parte I

Quando Deus me colocou na forminha, me colocou na menor que tinha. Aí eu nasci, mas não me desenvolvi tanto, e foi com muito custo que cheguei nos 1m51.

Para compensar essa pessoa pela metade, Ele me deu a sorte de não ter tendência para engordar. Claro que se eu me entupir de tanto comer, vou adquirir uns 2kg, mas nada que não dê para perder depois.

Eu sei disso, sei da minha sorte, mas mesmo assim tenho um pavor inacreditável de engordar. Principalmente porque eu tenho carinha de Trakinas, rosto amassado e redondo, sabem? E quando eu ganho pesinho, por mínimos gramas que sejam, o primeiro lugar a inchar é o meu rosto. E isso não tem como disfarçar nas fotos, não há maquiagem nem fotoxópi que disfarcem.

Sabem como é terrível se olhar nas fotos e parecer ter uns 13kg a mais? Obesinha chegando, abram espaço! Não é legal e eu não gosto. Justo eu, que sou super "Ai, é foto? Também quero aparecer!". Ou quando estou sozinha e sinto que estou em um dia fotogênico, tou gaths e tal (haha), pego a minha câmera e lá se vão flashes e mais flashes na menina narcizista aqui.

Mas ultimamente não tá rolando. E olhem que eu perdi banha recentemente! Meu peso varia entre x6,5 e x7,5 (x = alguma dezena), mas agora tá nos x5,5 e x6. Legal, mas e o redondo da cara? Vai para onde?

Não vai ¬¬'

Eu ainda existo

Oooi, gente!
Só tou passando para dizer que ainda existe vida por trás desse blog.

Acontece que eu sento na frente do pc, abro o painel do blogger, fico pensando por minutos e minutos, mas não acho nenhum assunto interessante o suficiente para virar post. Sabem como é?

Então.

Ah, não estranhem, mas fechei os comentários desse post. Só desse. Nos outros dá para comentar normalmente.

Qualquer dia eu volto. Não me esqueçam! hehe

Meu ex = meu karma

Eu tava escrevendo esse post ontem, mas tava ficando bem maior do que o planejado. E como eu acho que ninguém aqui tem saco tempo suficiente para ler 7864756142 caracteres, eu apaguei tudo e deixei para escrever hoje. E olha que ontem eu tava resumindo, hein?!

Começando o post...

Eu acho que todo mundo tem um karma na vida. O meu eu descobri no final de 2004, quando conheci o P (não é essa a inicial real do nome dele, mas vamos chamá-lo de P. P de Pangaré, hahaha!)

Nesse final de 2004, a gente ficou quase um mês e eu fiquei retardada louca por ele. Não deu certo e cada um seguiu sua vidinha, mas quase sempre se falando pelo msn. E quase sempre brigando. Sacomé, né, dois cabeçudos com gênio forte, não podia dar outra coisa. Foram 2 anos e meio assim, sem se ver pessoalmente, só internet.

No meio de 2007, a relação estava razoavelmente sadia. Sem briguinhas e com uma aparente amizade, ele sugeriu um encontro. Eu sempre tive medo desse dia. Medo de os problemas mentais voltarem ter recaída e me machucar de novo. Mas se eu não fosse, morreria com essa dúvida, então eu fui.

Agora é a parte mais difícil de resumir, mas vou tentar. O encontro foi ótimo, não rolou beijo, parecíamos dois bons amigos. O que se seguiu foram várias sms bonitinhos dele, todo apaixonadinho, dando a entender que queria uma segunda chance. Como em 2004 eu fui muuuuito maltratada, nada mais justo do que eu sentir medo. Mas uma parte de mim tinha superado, tanto é que não senti nada por ele no encontro. Isso me deixou muito feliz e muito segura na hora de recusar os vários convites dele para sair.

Foram 4 meses de enrolação da minha parte. Ele me chamou para sair muitas vezes, mas eu sempre dava um jeito de evitar. Quando a maldade baixava, ficava assim:

P: Quer ir ao cinema?
C: Não.

Imagina receber um sms-resposta assim! hahaha

Ok, continuando. Eu não recusei tooodos os convites dele. Nesses 4 meses, a gente saiu umas 3, 4 ou 5 vezes, até que a tonta aqui caiu no papo dele. A gente ficou uma, duas, três. sei lá quantas vezes e começou a namorar.

Os primeiros 15 dias foram lindos. Casalzinho novo, ele me mimando, dizendo que tava feliz comigo. Mas não demorou muito para a gente voltar a brigar. Para encurtar a história, foram, no total, 3 meses de namoro, com uma tentativa de término no meio (da minha parte). Eu sempre ia aos encontros com os amigos e família dele, mas ele sempre fugia quando era o meu lado. Sempre já tinha algo marcado. Toda vez que a gente brigava, era eu que tinha que ir atrás para a gente conversar. Em todas as brigas, ele dava um jeito de botar a culpa em mim. Segundo ele, eu não era compreensiva, eu era egoísta, eu não me esforçava para o namoro dar certo, eu, eu, eu.

Chegou uma hora que eu cansei. Falei tudo o que tinha para falar e terminei. Depois do fim, a gente chegou a conversar umas 3 vezes por msn, mas era uma baixaria só. Ele ainda continuava a me culpar por tudo. Bloqueei o coió, e depois de meses bloqueado, acabei deletando da minha lista/ vida.

Dois meses depois do fim, recebi um e-mail dele me convidando para o aniversário dele ¬¬' Obviamente, não fui nem mandei parabéns. 6 meses depois do aniversário dele, ele deu sinal de vida no meu aniversário, mas foi uma conversinha rápida e nunca mais.

Esse ano, 1 ano e 2 meses depois de o namoro acabar, outro e-mail dele chamando para o aniversário. De novo, não me manifestei. Achei que ele ia desistir, mas...

Semana retrasada, exatos 18 meses depois do namoro-lixo acabar, recebi um e-mail dele. Enrolei 10 dias para responder e o resumo da ópera toda é: ele perguntou por que eu tinha sumido (por que será, né?), disse que queria saber se eu estava bem, que depois do fim do namoro a gente não tinha conversado, e ele queria me pedir desculpas, porque se arrependia da atitude dele. Perguntei o que ele esperava que eu fizesse e ele disse que dependia de mim. Aí eu dei risada, né, e botei logo um fim na palhaçada toda: falei que se dependia de mim, ficaria do jeito que está. Que se isso incomodava ele, ele podia considerar tudo "consertado". Falei que eu tava bem, que para mim tudo já tinha voltado ao seu devido lugar há muito tempo e eu não via motivos para a gente ter esse tipo de conversa tanto tempo depois.

Mereço, né? 18 meses depois!! Eu tou bem, para que vou querer remexer nessa história agora?

O pior de tudo é que essa aparição dele tá me fazendo pensar nele direto. Não tou balançada, mas é que sei lá. Toda hora eu me pego lembrando dos e-mails trocados, do motivo que fez ele aparecer agora, do nada. Meus amigos falam que ele ainda deve gostar de mim, mas eu tenho minhas dúvidas. E mais, eu dei a ele uma segunda chance e ele fez ainda pior. Terceira chance só se eu estiver muito louca, né?

Eu tenho amor próprio, mas ele parece que não. Quando eu tratava ele bem, ele não tava nem aí para mim (e isso inclui, principalmente, a época do namoro). Agora que eu quero distância e sou super seca com ele, ele fica atrás, se arrastando.

Acho que ele representa bem a frase que diz que quanto mais a mulher pisa, mais o homem gosta. E por que não encaixá-lo na frase "As pessoas só dão valor a uma pessoa quando a perdem" ?

Constatações aleatórias sobre baladas

Se você gostar de um cara, é o amigo dele que ficará de olho em você - Você observa aquela rodinha de rapazes e foca em um bonitinho. Começa a olhar para ele, mas quem retribui o olhar é o amigo dele. E esse amigo é feio.

Se um cara é bonitinho, repare: ou ele está acompanhado ou está com álcool até a alma - Se está acompanhado, a menina é feia. Em pouquíssimos casos ela será bonita. Se está bêbado e for falar com você, irá chegar falando (e consequentemente cuspindo em você) coisas totalmente non sense.

Se o cara é bonitinho, mas está de boné ou óculos escuros, fique alerta - Esses acessórios deixam alguns caras BEM bonitos, mas experimente vê-los sem eles. A decepção pode ser grande. Alguns caras realmente são bonitos, com ou sem boné e óculos escuros, mas de tanto ver meu mundinho cair (hahaha, é exagero, tá?), prefiro não arriscar mais.

Se sua amiga fica com um cara - Geralmente esse cara tem um amigo e geralmente esse amigo é um mala. E quase sempre esse amigo chegará em você, achando que, se o amigo dele conseguiu ficar com a sua amiga, talvez ele consiga ficar com você. O mesmo vale quando é você quem está ficando com alguém. O amigo desse alguém vai grudar na sua amiga.

Se você vê um cara bonitinho, sozinho e sóbrio, e ele está vindo falar com você - Na mesma hora, chega um tosco boy e dá em cima de você, fazendo com que o bonitinho desista e vá embora. Provavelmente, atrás de outra.

Se você está de boa e não quer beijar ninguém - Vai aparecer um monte de cara interessado. Nem todos serão bonitos, mas a questão aqui não é essa. Maaas, se você tá carente e quer dar uns beijinhos, o mar secará (huahuahua, sei lá de onde veio isso).

O cara é bonitinho e tá olhando para você - Você começa a olhar também, aí vocês dois começam a trocar sorrisos... e mais olhares... e outros sorrisos... e o cara não toma atitude nenhuma!!

Eu não vou generalizar e dizer que todos os caras são assim, que isso acontece sempre, e que acontece sempre do jeito que eu falei, mas quem nunca passou por algo parecido ou ouviu alguém contar?

Amiguinho colorido

Eu não sei na definição de vocês, mas, na minha, amigo colorido é aquele com quem rola um afetinho a mais, uma amizade mais intensa, de vez em quando até uns beijinhos, mas não passa disso. É um sentimento forte o bastante para não ser só amizade, mas não é o suficiente para virar namoro.

Atualmente, um amiguinho assim faz parte da minha vida. Nos conhecemos em outubro do ano passado, e desde o começo rolou uma atração muito forte da minha parte (depois, fiquei sabendo que da parte dele também), mas na época ele namorava. Um mês e pouquinho depois, devido aos muitos amigos em comum, passamos a nos ver com certa frequência e a atração foi só aumentando.

Quatro meses depois de nos conhecermos, ele terminou o namoro, e uma semana depois de ter acabado, ele se "declarou" para mim. Disse que desde o dia em que me conheceu, sabia que algo muito especial aconteceria (medo), que ele sentiu uma coisa boa em mim e tal. Disse também que queria fazer uma coisa (entendi que a coisa seria um beijo), mas que não faria, porque não queria me magoar.

De certa forma, fiquei aliviada por não ter acontecido nada. Não por medo de sair magoada, mas por medo de estragar uma amizade que estava apenas começando, caso algo desse errado.

Não demorou muito e eu percebi que o que eu queria com ele era só amizade colorida. Sentia vontade de estar junto, de conversar, de sair, mas quando cada um ia para a sua casa, eu mal pensava nele. Tinha toda aquela coisinha de pegar na mão, de sentir um frio na barriga quando a mão dele tocava a minha, de um fazer massagem nos ombros do outro, de ele vir respirar no meu pescoço e sussurrar no meu ouvido. Tudo isso era muito gostoso, e era exatamente assim que eu queria que continuasse.

Mas ele acordou um dia e resolveu achar que eu estava morrendo de amores por ele. Eu agia com ele do mesmo modo que ele agia comigo, nunca ultrapassei nada do que ele já tivesse feito. Fiquei incomodada com isso, jurei nunca mais ter comportamento de namoradinha com ele e nos afastamos um pouquinho. Ficamos pouco mais de um mês sem conversar e sem nos encontrarmos. Achei que a amizade, que mal tinha começado, já tinha chegado ao fim.

Semana passada nos vimos e, tirando os cinco primeiros minutos, que tiveram um clima meio gelado, estava tudo quase normal, como sempre foi. Evitei apenas o contato físico, mão na mão e tal. O resto, os olhares, os sorrisos, o jeito de um falar com o outro, tudo estava igual.

No último sábado, fomos para a rave. Não sei se todo mundo sabe, mas raves costumam ser realizadas em lugares grandes, com muitas pessoas, e quando está de noite, a iluminação não é das melhores. É iluminação parecida com a de uma balada, tipo os laseres. É muito fácil se perder em rave, ainda mais para pessoas sem noção como eu, haha! Continuando, acho que saímos para andar só nós dois umas duas ou três vezes. Ele teve todo o cuidado de segurar na minha mão, para a gente não se perder, de me deixar andar na frente, quando o espaço não permitia andar lado a lado.

Senti que, embora eu tenha jurado não agir mais assim com ele, aos poucos estou deixando tudo voltar. Não sei, eu gosto dele, ele me atrai muito, mas é só. Verdade que, em algumas horas, eu tive vontade de dar um selinho nele, mas fiquei com medo. Não me vejo ficando, muito menos namorando com ele.

Descontrole - Não tou de TPM!!

Eu posso estar no meu pior dia, com as minhas piores crises de stress. Posso achar que não tem como ficar mais irritada, mas sempre tem um infeliz para perguntar: "Você tá de TPM?"

Quando é mulher, um bicho do mesmo sexo e que entende o que é ter essa maldita tensão, eu não me afeto tanto, porque quase sempre elas chegam com jeitinho, perguntando com delicadeza.

Agora, quando é homem, eu sinto um ar de deboche, como se eu não tivesse outros motivos para me irritar, que não a TPM. Acho isso de uma insensibilidade e ogrice (do ogro, oi!) sem tamanho. Fico fula, fula, fula, fulaaaaa!

Homens (eu sei que tem alguns que leem, hehe), aprendam: jamais perguntem a uma mulher nervosa se ela está de TPM. Não importa se ela está brigando com vocês desde o começo da semana, se já é a nonagésima vez que ela te dá patada naquela dia, se ela está estapeando o computador bem na sua frente, ou se ela está chorando e comendo mil bolachas recheadas de chocolate de uma vez. NÃO IMPORTA!

Ofereçam chocolate (sem veneno, por favor!), ou uma massagem. Se não quiserem fazer ou dizer nada, então fiquem quietinhos, esperando o momento de fúria passar. Mas se preferirem arriscar algumas palavras, NÃO CITEM A TPM!

E se por acaso ela se desculpar e disser que tava de TPM, não digam: "Ah, nem precisava dizer, tava na cara." Também não precisam ser hipócritas e dizer que nem tinham percebido o comportamento agressivo dela. Perguntem apenas se ela está melhor :) Certeza que assim vocês ganharão pontinhos!